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A história do Halloween resulta do conjunto de influências pagãs, cristãs e populares.

Com origem no culto dos mortos, o “dia das bruxas” transformou-se numa festa onde vestir fantasias “assustadoras”, decorar a casa com figuras bizarras, sair para festejar pela noite fora ou andar de porta em porta a pedir doces ganha cada vez mais adeptos.

O nome “Halloween” deriva de “All Hallows Eve” (cultura anglo-saxónica). “Hallow” significa “Santo”, e “Eve” “véspera”, ou seja, véspera do “Dia de todos os Santos”.

Crê-se que a origem do Halloween reside no antigo festival pagão Celta de Samhain (“fim do verão”). Com início a 30 de outubro, o festival prolongava-se por três dias para festejar o fim das colheitas, o Ano Novo Celta e o início do inverno, a estação da escuridão e do frio e, por isso, associada à morte. Conta a lenda que na noite de 30 de outubro os mortos voltavam a povoar a terra como fantasmas. Os seus familiares deixavam à porta de casa comida e bebida para receberem os espíritos. Mais tarde, em meados do século VII, o papa Gregório III trocou o Stamhain pelo Dia de Todos os Santos e foi substituída pelo dia 1 de novembro.

Se no passado as pessoas acreditavam que no Halloween, as almas dos mortos voltavam aos lugares onde tinham vivido, hoje é sobretudo de diversão.

A popularidade do Halloween parece estar para ficar. Fantasias de bruxas, vampiros, perucas, monstros e fantasmas, lanternas de abóboras e doces à mistura, o “dia das bruxas” é o pretexto ideal para miúdos e graúdos brincarem e exorcizarem os demónios do dia-a-dia.

Também nós, no Clube R.E.D.E. e na CAF, celebramos esta data com a elaboração de adereços e decorações do Agrupamento de Escolas de Almeida.

Nós já preparamos a escola e vós? Já prepararam os doces?

Feliz dia das bruxas!

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